Strategic solutions for products, packaging and visual identity.
Diversos estudos mostram que empresas que investem em divulgação em épocas de recessão são as que mais conseguem sobreviver a elas. Pois se o design, processo que antecede a divulgação, é um dos principais diferenciais na hora em que o consumidor faz suas escolhas para comprar, as empresas que voltarem seus olhares para ele terão mais chances de ultrapassar as barreiras dos tempos difíceis.
Diante da competitividade, em que basta olhar para o lado e sua empresa verá a concorrência avançando e tomando seu lugar e, a partir disso, a necessidade de implantar a cultura de inovação, o design de produto deve ganhar os holofotes do empreendedor. Durante muito tempo, no Brasil, design era algo que só as grandes empresas podiam "se dar ao luxo". O mercado mudou e, hoje, é possível às médias e pequenas empresas ter acesso ao design, mas não como simples entrega de um produto de sucesso, mas como algo estratégico para o negócio.
"Essa é a nossa proposta com o projeto Ideação, por meio do qual trazemos inovação às empresas, com inteligência de mercado e toda uma metodologia de trabalho para buscar soluções viáveis economicamente, mas que promovam o novo, o diferente e, assim, redefinam a competitividade da empresa", diz Gustavo Camargo, designer e diretor executivo do Studio Olea, em São Paulo.
Design é processo e desafio, devendo equacionar uma série de fatores que vão além da estética e da funcionalidade. De acordo com Guilherme Lehto, também designer do Studio Olea, o design de produto deve levar em conta custos com materiais, viabilidade técnica, processos e modos de produção, embalagens, fornecedores, enfim, uma série de elementos que o tornam, sem sobra de dúvida, estratégico. Portanto, se os tempos pedem cautela devido ao panorama de crise, é hora de investir em design!
